Devaneios, Desabafos e Divagações

sem pauta
sem periodicidade
sem propósito:
pensamentos impertinentes
por Michelle Castro

22 Janeiro 2010

Teimosa, eu? Capaz

Quem me conhece direito sabe que eu adoooro coisas "combinandinho". Pois bem, ano passado minha sandália branca anabela (pra trabalhar salto fino não é o melhor, né?) arrebentou. Bati bastante perna, pesquisei e comprei uma na Grendelli do Mueller. Parecia ser forte, confortável e classuda.
Mas nem todas aguentam o tranco do meu dia a dia. Por um tempo, ela tapeou. Só por um tempo. Depois aquela "classe" toda foi indo pelo ralo. Ficou rota, feia. Sem contar que o material dela deixava um cheiro ruim quando molhava. Eu me achava uma gata borralheira com ela no pé, mas não abandonava. E qdo eu caminhava então? O salto era esquisito e me fazia quase virar o pé. Andar num calçamento irregular? Nem pensar. Era evidente que a sandália não era boa pra mim. Talvez pra uma fresca, que usasse ela numa baladinha meia boca de vez em nunca. Pra mim, ou é forte o bastante, ou tchau.
Mesmo sabendo disso tudo, não mandava a bendita sandália pra frente e era meio que uma penitência usá-la. No caso, eu me penitenciando por ser cabeça dura.
Ontem ela arrebentou. Aliás, não só ela... Trabalhei a última hora do meu dia com os pés descalços em plena redação. E quer saber? Muita aliviada. Tem coisa na vida que não presta, nunca prestou, e a gente fica tapando o Sol com a peneira.

Ah, você quer saber o que aconteceu com a sandália? Está no carro. Não vale a pena remendar. Vai fora. Boa sorte pra quem comprar o mesmo modelo. Pra mim, não serviu. Não gosto de coisa molenga.