Borboletas abortadas

No começo, elas voam pelo estômago. Imprudentes, eufóricas. Pouco importam planos, semelhanças, opiniões. Tudo que elas querem é voar.
Mas o bater das asas definha. Diminui. Para.
Agora elas querem sair daquele estômago dolorido. Deixar aquele lugar triste, que perdeu a cor.
Os olhos sentem e choram. O coração, com pesar, se aperta.
O corpo desaba na inércia. Apenas o cérebro trabalha como um louco, tentando colocar tudo em ordem novamente.
Quem vencerá?
Mas o bater das asas definha. Diminui. Para.
Agora elas querem sair daquele estômago dolorido. Deixar aquele lugar triste, que perdeu a cor.
Os olhos sentem e choram. O coração, com pesar, se aperta.
O corpo desaba na inércia. Apenas o cérebro trabalha como um louco, tentando colocar tudo em ordem novamente.
Quem vencerá?

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